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domingo, 3 de agosto de 2014

FELICIDADE...

Acredito que a felicidade está contida em pequenas coisas, mas só nos sentimos felizes se tivermos com quem compartilhá-las.

Sonhei...

Sonhei que nada me fez sofrer era verdade,
De que tudo dum pesadelo não passou.
Que noite estrelada! Que luz... que felicidade!
Naveguei... e minha vida recomeçou.

Consegui sorrir ao acordar
Vejo nítida a realidade
Mas ainda quero acreditar
Em momentos de felicidade.

Se consigo sorrir ao acordar
Dum sonho impossível de reviver
Ele me dá força pra me levantar
E, de continuar a viver.

Isabel Sousa
 
 
 
 
 
Quando perto das crianças eu renovo minhas esperanças!

ACHO QUE SOU POETA

Mamãe, o que é ser poeta?
Perguntou a Sofia.
Sorrindo a mamãe respondeu:

Poeta é um sonhador
Ama tudo ao seu redor...
Mistura a realidade
Com alguma fantasia;
Às vezes sente tristeza...
Outras vezes alegria.
Admira a Natureza...
Faz do amor a razão
Da vida que Deus lhe deu,
É viver com emoção
e bem pertinho do céu!

Sofia então respondeu:
Com um jeito de profeta...

Mamãe, já entendi,
Tudo isso já senti...
Eu acho que sou poeta!

(I. S.)





quarta-feira, 25 de junho de 2014

A BOLA QUE ROLA

                                                 

                                                     A bola é uma circunferência
                                                        Várias linhas de partida
                                                     Experiência e competência
                                                      Marcam as linhas da vida.

                                                       De quatro em quatro anos
                                                  Copa do mundo...O mesmo calor...
                                                      A gente para - pensa - reflete...
                                                         Olha o mundo com amor!

                                                        Esquecemos guerras, flagelos...
                                                        Veremos no céu estrelas mil,
                                                         A esperança em belos dias
                                                            Neste solo do Brasil!
                      
                                                        Dois mil e catorze - luta - suor...
                                                           Numa força varonil!
                                                      Que ganhe então o melhor,
                                                       E, que esse seja o Brasil!

                                                         Se a zebra então sorrir
                                                     Não nos demos por vencidos,
                                                       Sempre com fé no porvir
                                                         Continuaremos unidos!

                                                                                                         (Isabel Sousa)



quarta-feira, 21 de maio de 2014

MINHA TERRA TEM OLIVEIRAS

Minha terra tem oliveiras
Onde canta a cotovia
Tem trigais e videiras
Tem encanto, tem magia!
Tem o melro cantador
Seu trinado sem igual
Com canto de trovador!
 
Mas, não tem o sabiá...
Deste país tropical...
Ciscando pra lá e pra cá
Com seu canto divinal!
 
Temos lá o pintassilgo
Encanta-nos com seus trinados
e seus trejeitos delicados.
E, a cotovia? Eu vos digo...
é doçura, é poesia...
O cantar da cotovia!
 
Se eu pudesse, trazia ela de lá
Pra cantar com o sabiá.
                                                             I. S.
 
Este poema foi inspirado em um sarau na Casa das Rosas quando me chamaram de "poeta importada". Aí me lembrei do grande poeta brasileiro Gonçalves Dias que escreveu um poema no exilio em Portugal e que começava assim:
 
"Minha terra tem palmeiras
Onde canta o sabiá
As aves que aqui gorjeiam
Não gorjeiam como lá"...... etc, etc.....
G.D
 
Chamaram-me de importada
Gostei do termo afinal...
E não me ocorreu mais nada
Lembrei-me de Portugal...
E, do poeta brasileiro
Que escreveu cheio de saudades
Quando por lá exilado
E, seu sentimento verdadeiro
Para sempre será lembrado.
                                                                              Isabel Sousa
 
 
 
                                                                      

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A FORÇA DAS PALAVRAS



A Vida de Anne Frank

Graças ao seu Diário poderemos fazer uma ideia daquela época fatídica.
Assim ficaram registradas para jamais serem esquecidas as atrocidades mais desumanas e absurdas da chamada "Segunda grande guerra mundial".
Em 1933 Adolf Hitler assume o poder da Alemanha. Ele culpa os judeus pela alta taxa de desemprego e pela pobreza. E, ainda mais, pela sua raça impura. Hitler queria uma raça pura, a chamada raça ariana, alegando que os judeus eram uma mistura de raças.
Loucura, claro que ele só poderia fazer parte daquela porcentagem de psicopatas, que infelizmente ainda rondam pelo mundo.
Enfim, "A Vida de Anne Frank", no momento em exposição na biblioteca que tem o seu nome, situada no bairro Itaim Bibi, no conhecido "Quarteirão Cultural". Vale a pena ser vista por adultos e crianças.
Em junho de 1942, quando os nazistas ocupavam a Holanda, a menina judia de apenas 13 anos, acompanhada por toda a família, deixou para trás a residência em Amsterdã. E se refugiaram no sótão de uma casa, onde viveram ao longo de dois anos enclausurados no "Anexo secreto".
Nas páginas de seu Diário, Anne Frank registra as impressões sobre esse longo período no esconderijo. Até serem descobertos e levados para um campo de concentração na Alemanha.
É um auto-retrato de uma menina sensível e determinada cuja vida foi tragicamente interrompida.
Aqui estou eu querendo mostrar o óbvio, da força das palavras.
 Repetindo:
Vamos incentivando nossas crianças pelo gosto da leitura. "Lendo e escrevendo!" Visitar Bibliotecas pode ser um começo. Por enquanto esta exposição é iterante, mas, quem sabe ela ficará um dia definitivamente na "Biblioteca Anne Frank".
 Continuemos então lutando pela conservação do nosso "Quarteirão Cultural".
 
 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Café com Poesia

"CAFÉ COM POESIA"
 
O tema principal é poesia, mas nunca falta Música - Dança - e mais Artes Diversas.
E lá está Alexandre Jaza apresentando o programa com toda a alegria assim como Eva.
E, claro um cheirinho a café que fumega sempre ao nosso alcance.
 
Realização Sociedade  Mundial dos Poetas
O nosso colega índio Feitosa sempre presente com seu violão, canta e encanta.
                                                                          
 
Na foto abaixo cantando o hino na abertura do programa.
 
 
Wilson Jaza diretor da "Casa do Poeta de São Paulo" também sempre presente no evento
 
 
 
"HÁ POESIA EM QUALQUER CANTO"
 
Sonhei que voava...
Perdi-me por entre as nuvens
elas eram úmidas e macias...
Olharam-me atordoadas
e perguntaram:
 
Que fazes aqui ó nuvem estranha?
Tu és da Terra, tens forma de gente
Nós somos nuvens, matéria do ar,
Aqui não é teu lugar, que buscas então?
 
Eu as olhei e respondi:
Busco inspiração
 que não encontrei
Naqueles lugares
por onde passei.
 
Quero ser poeta ó nuvem do céu
Sinto a poesia dentro de mim
Na Terra há bloqueio,
Há barulho - poluição...
E, falta-me inspiração.
 
A nuvem branca sorriu pra mim...
Falou baixinho:
Se és poeta eu te garanto
Que há poesia em qualquer canto,
Nas nuvens, no mar, na terra...
 
Abri os olhos... Oh, luz suprema!
Olhei as nuvens...Olhei a terra...
E, de mansinho, fiz um poema.
 
(Isabel Sousa)
 
Aqui fica o convite aos leitores de meu Blog para comparecerem ao evento.
Vale a pena!!!!!!
 

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Mais uma Virada Cultural em São Paulo

Várias atrações por toda a cidade

Eu estive presente na Casa das Rosas. cujo evento levou o nome de:
"VIRADA DA POESIA NA CASA"




Vários grupos se apresentaram todos com grande destaque

À meia noite aconteceu "SARAOKÊ DA VIRADA"
Uma ousada  e divertida experiência de improvisação coletiva. Tudo isso intermeado por inserções poéticas dos apresentadores.

Muitas histórias - muita música...... houve coco, xote, baião e marchinhas, uma riqueza e variedades de ritmos.

Domingo : Programação infantil.   
 
Não faltou o "Bumba Meu Boi" e o publico foi convidado a dançar e a cantar as brincadeiras tradicionais
do Brasil. 
 
Terminou a "VIRADA CULTURAL" de 2013 com uma sempre justa  homenagem a Luís Gonzaga, o eterno rei do baião.
 

domingo, 14 de abril de 2013

Incentivo à Leitura.

Biblioteca Monteiro Lobato
Mais um evento de incentivo à leitura realizado com grande sucesso.
 "Livros... livros à mão cheia...
E manda o povo pensar!
O livro caindo n´alma
É germe - que faz a palma,
É chuva  - que faz o mar."

Castro Alves
 Livros - leituras - palavras e mais palavras... escrever, ler, imaginar... enriquece a nossa compreensão, a expressão verbal, a transição entre palavras e seus significados. Para pensar bem precisa saber lidar com as palavras, para tal a leitura é essencial.
 Foi assim que passamos uma tarde na Biblioteca Monteiro Lobato. Lá dentro estava sendo contada a História do grande escritor Monteiro Lobato, que tantas imagens e histórias criou,  que serão sempre contadas ou lidas com o mesmo entusiasmo. Quem não conhece a Emilia? A dona Benta? "O sítio do Pica-pau Amarelo? E, muito mais.
                                                                                           
                                                                                                      
 Gostar de ler não é um dom, mas um hábito que se adquire.

Escrever, talvez seja uma ansiedade de colocar para fora o que nos vai na alma e, a necessidade de passar para o papel algo que sentimos importante de arquivar.

"Palavras - Versos"

Afinal por que escrevi?
Há algo que transborda em mim,
Ansiedade, sentimentos...
Mistura de alegria e tristeza.
Amores - dissabores - tormentos...
A vida é assim, uns precisam gritar,
Outros silenciar envoltos em nostalgia,
Que sai da própria essência,
Da vida - da noite - do dia...

     Isabel Sousa
                                                                                 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Parei nos entas

 
Desde que entrei nos entas
Deixei de na idade pensar.
Quarentas... cinquentas... sessentas...
Só prá frente caminhar.
Pensei escrever um poema...
Não me sentia inspirada...
Eu vos conto o meu dilema:
Fazer mais anos? que nada!               
                                                                
Entrar nos entas? é veloz!
Deles sair viva? Glória!
Aí erguerei minha voz
Com um grito de vitória!

                                                     Cem anos, que felicidade!
                                                     Os zeros são sem valor...
                                                     Tiro os zeros de verdade,
                                                      E o número fica menor.

                                                             Declamando meus versos
                                                            Transformo tudo em flores
                                                             Revelo meus sonhos dispersos
                                                             Em um mundo cheio de cores

                                               Andarei de bengala? Que nada!
                                               Apoiar-me-ei na poesia...
                                               Olharei o infinito deslumbrada...
                                                Com uma doce nostalgia!

                                                Terei uma força suprema.
                                                 Uma inspiração especial,
                                                 Escreverei um poema,
                                                  Que me fará imortal!
                                                                                                              (Isabel Sousa)
                                               

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Guri Santa Marcelina Polo Brooklin

 
 
Encerramento do 2º semestre que mais uma vez mostrou o trabalho dos professores que se dedicam à cultura em geral. Estão de parabéns pelo bonito trabalho apresentado. E, também parabéns aos alunos. Pessoalmente me encantei com a desenvoltura daquelas crianças. Vários instrumentos em ação, e além disso o canto foi ministrado neste segundo semestre.
Foi lindo!!!
E, sobretudo ao olhar estas crianças não podemos perder a esperança no AMANHÂ!
Elas tocaram, cantaram e encantaram.
 
Também merece destaque a apresentação do "Modular e Teoria".
Bumba Meu Boi, figura mitológica .
Existem enredos diferentes, uma das histórias mais populares é de um casal de  escracos que enfrenta a fúria de um senhor de Engenho após matar o boi da fazenda. Aí tentam de tudo para ressuscitar o boi. E... o boi ressuscita. A palavra bumba exprime o suposto som de uma pancada do chifre do boi.
Assim, bumba meu boi significa algo como: "Chifra, meu boi".
Esta festa popular ocorre geralmente nas festas juninas. Ela reune traços de três grandes ramos de formação do povo europeu, indigena e afro.
 
Foram cantadas loas da autoria dos próprios alunos.
Como:
Lá vem meu boi urrando
Subindo no cajedô
Deu um urro na porteira
E o vaqueiro se espantou
O gado da Fazenda
Com isso se alevantou....
 
Muita História se criou
Neste espaço por aqui
Falamos do bumba meu boi
E do progeto Guri
 
Que figura mitológica
Morreu e ressuscitou
Com lógica ou sem lógica
Sua história eternizou!
 

terça-feira, 2 de outubro de 2012

"EITA SARAU" Contação de Histórias

22 de set. de 2012

O "EITA SARAU" pela primeira vez levou o mundo das histórias para dentro do Clube Bar, onde reuniu três gerações, ou, talvez quatro, para contar e ouvir histórias.
Parabéns aos organizadores.
Pairava no ar, uma sensação de parentesco entre todos.
Joyce iniciou a programação com a graça peculiar duma nata contadora de histórias.
Como sempre música não pode faltar.
Tarcila e Dandara cantaram e encantaram.
 
 
Contadora de histórias eu sou
Falo do príncipe e da princesa
Da borboleta que voô
Do pirilampo da luzinha acesa
Da formiga que trabalhava
Da cigarra que só cantava.
 
Era uma vez uma abelhinha...
Que na colmeia morava
Com a mãe abelha mestra
Chamada também de rainha
E, o zangão que voava
Sempre em dias de festa.
 
Com toda a paciência
Conto e reconto a história
Leio nos olhos das crianças
A pureza da inocência!
Fica tudo na lembrança
Bem no fundo da memória...
Repito... repito a história,
E isso nunca me cansa.
                                                                  (Isabel Sousa)
Joyce me fez a surpresa do Lançamento do meu livro Infanto-Juvenil
"BRINCANDO COM AS PALAVRAS"
 
 
Marcos Conceição, pai de Tarcila e Dandara também se revelou um bom contador de histórias.
Em baixo Ana Cristina, Paulinha e Claire Regina. 
Sempre presentes.
 
"Julinho Bar Clube" ficará para sempre fazendo parte da história de todos os presentes.
Muito obrigada a todos pelo carinho!

sexta-feira, 27 de julho de 2012

BRINCANDO COM AS PALAVRAS

Mais uma vez me senti próximo às crianças, que são e serão sempre a esperança no amanhã.
O mundo mudará mas as palavras permanecerão.
Brincar é uma necessidade vital para as crianças. "Brincando com as Palavras" oferece a oportunidade de elas se expressarem espontaneamente, e a partir de um relacionamento imaginário  entre amigos estimulará o gosto pela leitura.
A turminha brinca com vários jogos de palavras. No decorrer da leitura aprenderá por exemplo, o que são  "palíndromos, capicuas, pleunasmos, parlendas, trava-língua... etc.etc..
As ilustrações são a branco e preto para que possam ser pintadas ao gosto de cada um.
"Sítio da Vovó", a história que se segue, é apenas uma das seis que envolvem o grupo de amigos.



 Foto no "EITA SARAU",  a exímia contadora de histórias Joyce Nea, a  seguir: Isabel  e 
Ana Cristina.
Brincar com as palavras é algo que nos enriquece e nos fascina.
A leitura faz nossa imaginação trabalhar. As imagens se formam em nosso cérebro; elas não são impostas através duma tela de TV ou de cinema, nós as criamos, é essa viagem imaginária que aumenta a nossa capacidade de pensar.
Não tirando a importância das ilustrações coloridas, de todo o visual e dos sons que a arte e a tecnologia nos proporcionam.
Contudo, a leitura jamais poderá ser dispensada.
                                                                                         I.S.